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Por que os aplicativos de relacionamento podem gerar ansiedade e frustração? Quando buscar terapia?

  • Foto do escritor: Danielle Meireles
    Danielle Meireles
  • 20 de jul.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 27 de ago.


Pessoa segurando o celular e olhando a foto de uma mulher em aplicativo de relacionamento, representando a ansiedade e frustração que essas plataformas podem gerar.

Em um mundo cada vez mais digital, os aplicativos de relacionamento como Tinder, Bumble e Happn se tornaram ferramentas populares para conhecer pessoas e, quem sabe, encontrar o amor. Porém, apesar da praticidade, muitos usuários acabam se sentindo ansiosos, frustrados ou até mesmo inseguros ao usar essas plataformas.


Mas por que isso acontece?

A resposta começa na forma como os aplicativos são projetados. Eles funcionam com base em um sistema de “match”, onde a aparência, descrições curtas e decisões rápidas moldam toda a experiência. Isso estimula uma lógica de descartabilidade e comparação constante, que pode prejudicar a autoestima e aumentar a sensação de rejeição.


Além disso, a busca por validação — inconsciente ou não — através de curtidas e matches pode gerar uma espécie de dependência emocional. Quando não conseguimos o retorno esperado, é comum surgirem sentimentos de frustração, ansiedade e inadequação. Outro fator é o "paradoxo da escolha": com tantas opções disponíveis, ficamos inseguros se estamos fazendo a escolha certa, o que pode gerar bloqueios emocionais ou relacionamentos superficiais.


Se você se identifica com essa realidade — sente que está emocionalmente esgotado, frustrado ou até mesmo inseguro após interações nos aplicativos — pode ser o momento de buscar apoio psicológico. A terapia ajuda a desenvolver autoconhecimento, fortalecer a autoestima e entender por que certos padrões se repetem.


A psicoterapia não é sobre “consertar” você para o amor, mas sim criar um espaço seguro para refletir sobre o que você deseja de verdade em um relacionamento, entender os seus limites e estabelecer conexões mais saudáveis.


Relacionar-se deve ser algo que nos acrescente — não que nos desgaste.

 
 
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