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Por que sempre repito padrões ruins nos meus relacionamentos? A psicologia explica

  • Foto do escritor: Danielle Meireles
    Danielle Meireles
  • 20 de jul.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 27 de ago.


Casal sentado em um banco, demonstrando descontentamento. A mulher aparece triste e o homem está de costas, simbolizando distanciamento e repetição de padrões nos relacionamentos.

Você já se perguntou por que parece viver o mesmo tipo de relacionamento — mesmo com pessoas diferentes? Ciúmes excessivos, comunicação falha, distanciamento emocional, dependência afetiva... Esses padrões negativos, quando se repetem, indicam algo mais profundo: crenças inconscientes e traumas não resolvidos.


Segundo a psicologia, nossos primeiros vínculos — com pais, cuidadores e familiares — moldam a forma como nos relacionamos na vida adulta. Se, por exemplo, você cresceu em um ambiente onde o amor vinha com cobrança ou ausência, pode inconscientemente buscar relações parecidas, mesmo que sejam destrutivas.


Esses padrões se tornam “confortáveis” porque são conhecidos. O problema é que, muitas vezes, confundimos familiaridade com segurança. E assim acabamos presos em ciclos que prejudicam nossa autoestima e saúde emocional.


A boa notícia é que é possível romper esses ciclos. O primeiro passo é desenvolver autoconhecimento. Perceber quais são os seus gatilhos, suas crenças sobre amor e seus comportamentos automáticos. E a terapia é um espaço seguro para isso.


Com o acompanhamento de um psicólogo, você pode identificar as origens desses padrões, ressignificá-los e aprender formas mais saudáveis de se conectar. Relacionamentos não são sobre se encaixar em histórias antigas, mas sobre construir algo novo — com maturidade, respeito e afeto real.

 
 
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